feriando

ok. sem mto tempo pra falar agora. sem mto tempo pra palavras completas ou maiúsculas depois de pontos. sem tempo pra ler os amigos do blog.

tempo apenas de preguiça.

pera que depois do dia cinco eu volto. pq agora eu vou pra praia com meu filhote.

inté!

irritada de dor.

**Everybody lies**

Que ninguém gosta de dor, isso eu sei – salve-se os masoquistas, mas essa não é a questão principal aqui. O que estou tentando dizer é algo que tem me intrigado bastante. Algo a ver com … a idade, acho.

Pra começar, e restringir a minha “reclamação” vou falar das minhas aftas recorrentes (¬¬) Haja saco!! E pior que nem tenho um pra usar e conto com a colaboração e paciência do saco do meu namorado – tadinho… Não sei mais o que fazer, e sei que minha má alimentação (doçólatra assumida) só piora tudo, mas vou começar por abolir coisas que venha em saquinhos.

Pipocas, Doritos, Biscoitos, Balas.. e todas essas coisas industriais vou substituir por algo mais.. natural. (Deixando claro que isso é apenas um desejo ardente do meu organismo carente de vitaminas).

No mais, pra desopilar a mente, voltei a um antigo vício. M.D. HOUSE. Terceira temporada. MUITO BOM. (que me reitere minha amiga de looooonge Nat, que estou viciando a conta gotas!)

Wendy. Aqui na Terra do Nunca, a base de frutinhas, esperando as aftas passarem pra beijar, beijar, beijar…

instático, estático.

“Mais difícil, e ela insiste, seria explicar por que me vou sem sequer passar uma noite aqui. Não pelo quarto, madame, pela comida ou qualquer outro desses detalhes dos hotéis. s’il vous plaît, mas pelo horror imóvel das enguias em sua jaula de vidro associado ao outro horror também imóvel daquela palavra. Pelo risco da imobilidade eterna, madame, pelo perigo de eu mesmo permanecer para sempre aqui, igualmente imóvel, congelado em inúteis delicadezas enquanto tudo ou nada ou apenas qualquer coisa, mesmo insignificante, se agita e move e se perde em outro lugar, com certeza madame não compreenderia tanta ânsia tropical, bien sûr.”

Bem longe de Marienbad – Caio F. Abreu

Sim, Caio.. Poucas pessoas entendem essa ânsia que eu chamo de medo, ou de conformidade. Eu mesma estou tão a mercê da rotina que sou quase escrava dela. Um tipo de norte. Algo que me orienta e me põe no chão… Em outras palavras, no meu caso, acho mesmo que a experiência me ensinou a cansar de esperar desventuras. E assim vou. Ficando por aqui.

Wendy.

três marias.

Constelações, estrelas, cinturão de orion

noites repletas de pesadelos sem fim. 

Mintaka, Alnilam, Alnitak

Alguma tem meu nome??

orion_spinelli_c1

Wendy.

tenho o melhor cachorro do mundo.

DSC06194

** Garu com 56 dias, hoje ele tem 65**

Se vocês acompanham minha vidinha por aqui, vai saber que andei de cisma por comprar um yorkshire terrier. Vão saber também o porquê dessa teimosia. E saber que finalmente depois de meses juntando a grana, ele chegou na minha casa recentemente.

Então que antes do Garu (nome do yorkie) eu tive em ordem cronológica um Rotweiller – Bóris e um Dashund (ou salsichinha) – Bartô. Cada um, na minha opinião com qualidades e defeitos.

Bóris era calmo, tranquilo. Cuidava de mim e da casa. Quase não latia. Nesse tempo eu era casada, e meu ex dava banhos nele e tratava os carrapatos. Além de fechar os buracos que ele cavava no quintal. Bóris era IMENSO, e a quantidade de “sujeira” que ele fazia também era. O problema foi que logo após minha separação eu não tinha como cuidar dessas coisas, nem dele. Foi doado. Parece-me que a um soldado de Polícia que treinava Rotweillers.

Bartô eu e meu ex namorado compramos pensando em Davi. Queria um cachorro pequeno e de pelo curto que pudesse ter livre acesso a casa toda. Queria também um que tivesse energia pra brincar com meu pequeno de então 4 anos. Bem… Bartô tinha energia demais. Deixasse ele alguns minutos em casa e ele quebrava, comia, roia, sujava tudo. Tudo de uma vez. Era lavar a casa todo santo dia quando chegava do trabalho. E tinha uma força aquele cachorrinho… Davi não queria mais brincar com ele, e eu não tinha como deixar ele o dia todo no quintal. Doei. Pra meu ex-namorado, mas quem cuida é o pai dele, se tornaram amigos =)

Garu.. Bem, Garu é perfeito. Se eu tivesse como saber que todos tem o mesmo temperamento, compraria mais uns 5 ou 6 e deixava soltos pela casa. São os melhores cachorros do mundo. Ao menos o meu é. Ele é EXATAMENTE como eu imaginei. Brincalhão, porém carinhoso. Leve. Companheiro. Por onde você vai, ele parece sombra. Se para pra lavar louça, ele deita nos pés. Eu nem acreditava que existia cachorro assim, só em filmes e treinados.rsrs.

Toda grana, tempo, busca, pesquisa, visita a canis, estresse, julgamentos, TUDO valeu muito a pena. No filme Marley&Eu, o dono do Marley confessa pra ele “Você é o melhor cachorro do mundo”.. Acabo de entender essa frase.

E pra terminar, como diria Davi numa música feita ontem de manhã especialmente pra Garu: “Garuzinho, fofinho, bonitinho, carinhoso, amoroso…” Sim, estamos completamente apaixonados. Todos.

Wendy.

pensamento machista.

Acredito ter um pensamento machista. Não sei de onde, nem quando comecei a pensar assim. Pra começar, essa minha dependência emocional. Coisa completamente retrógrada. Depois a vontade de dividir coisas. Contas, amores, colo, problemas. E por último a vontade de estar perto das minhas responsabilidades.

Dai a pergunta: de onde você acha que isso é machista? se parece tão sensível, necessário. Ai eu respondo: vem da vontade de parar de trabalhar por um tempo tão longo (8 horas diárias) e de fazer faculdade (chego as 23hs em dias de aula). Jogar tudo pro alto. Ser dona de casa. Que é o que eu sei fazer de melhor – mesmo com o não-reconhecimento nessa área, “porque mulher tem que ter obrigação nessas coisas”.

Não. Não sei se conseguiria. São apenas pensamentos que se confundem pela saudade do sorriso do meu filho, ou o cheiro de leite do meu filhote de cachorro.

Mas inda bem que hoje é sexta-feira. E que consegui baixar o disco novo da Nelly Furtado – Mi Plan (belissimo por sinal, viciante até!).

Bom final de semana a todos =)

Wendy.

momento certo.

“- Sei, sei. Você vai perguntar: mas houve um erro? Bem, não sei se a palavra exata é essa, erro. Mas estava ali, tão completamente ali, você me entende? No segundo seguinte, você ia tocá-la, você ia tê-la. Era tão. Tão imediata. Tão agora. Tão já. E não era. Meu Deus, não era. Foi você que não soube fazer o movimento correto? O movimento perfeito, tinha que ser um movimento perfeito. Talvez tenha demonstrado demasiada ansiedade, eu penso. E a coisa se assustou então. Como se fosse uma fruta madura, à espera de ser colhida. É assim que vejo ela, às vezes. Como uma coisa parada, à espera de ser colhida por alguém que é exatamente você. Não aconteceria com outro. Depois, quando ela foge, penso que não, que não era uma fruta. Que era um bicho, um bichinho desses ariscos. Coelho, borboleta. Um rato. É preciso cuidado com o arisco, senão ele foge. É preciso aprender a se movimentar dentro do silêncio e do tempo. Cada movimento em direção a ele é tão absolutamente lento que o tempo fica meio abolido. Não há tempo. Um bicho arisco vive dentro de uma espécie de eternidade. Duma ilusão de eternidade. Onde ele pode ficar parado para sempre, mastigando o eterno. Para não assustá-lo, para tê-lo dentro dos seus dedos quando eles finalmente se fecharem, você também precisa estar dentro dessa ilusão do eterno.”

Pela Noite – Caio F.

Desculpem a falta de palavras próprias, mas na maioria dos dias que tenho acesso, ele fala por mim.

=)

Pela Noite

“- Que que é isso, menino? Já não te disse que vamos virar a noite? Não me ouviu descartar agora há pouco mais uma suculenta FF?* – Imitou a voz melosa: – Oi-tudo-bem-e-aí-tô-ligando-pra-saber-se-você-vai-fazer-alguma-coisa-hoje-à-noite. Como se a gente tivesse obrigação de fazer alguma coisa toda noite. Só porque é sábado. Essa obsessão urbanóide de aliviar a neurose a qualquer preço nos fins de seana, pode? Tenho vontade de dizer nada, não vou fazer absolutamente nada, não vou fazer absolutamente nada. Só talvez, mais tarde, se estiver de saco muito cheio, tentar o suicidio com uma-dose-excessuva-de-barbituricos, uma navalha, um bom bujão de gás ou algo assim. Se você quiser me salvar, esteja a gosto, coração. God! Um dia acabo mesmo dizendo, porra. – Acendeu outro cigarro. – Cansado nada. Só um pouco. Histérico, acho que estou meio histérico, não estou? Você deve estar me achando completamente louco. Cabeça mil, garoto. Aí começo a falar e não paro mais. – Ergueu lentamente os ombros, depois soltou-os, com um gemido”

* FF: Foda Fixa (Rodapé de Caio F.) – Caio F. Abreu.

Porque ele simplesmente fala tudo como tem que ser dito, da forma mais poética, sincera e simples possível.

Quando eu escrevo coisas de Caio aqui, eu simplesmente reescrevo, lendo tudo do livro, copiando letra por letra, pelo simples prazer de reler suas máximas. Ctrl + C, Ctrl V seria blasfêmia, no caso de Caio.

caio01

Bom final de semana e feriado a todos!

Recado Direcionado: Doug, tem um cara, nesse conto, o Santiago… Se fosse de ler, diria: leia. Pois me faz muito lembrar de. (como diria Caio.!)

Garu – A Saga (part. II)

garu

Cheguei em casa muito depois do que eu queria chegar, pois saí 20 minutos mais tarde do meu trabalho – isso sempre acontece quando precisamos ou estamos ansiosos por sair mais cedo (¬¬).

Antes de chegar em casa avisei a família toda pra ir lá conhecer Garu. Quanto a Davi, vou esperar ele voltar (está com o pai) não quero deixar meu pequeno ansioso, e também dar uns dias de descanço pro cachorrinho.

Ele  é  EXATAMENTE como eu previa! Muito quietinho (por enquanto) e educado (por enquanto). Estava deitadinho na toalha e travesseirinho (que ele ganhou de minha mãe e já é de cara o xodó do Garu) que colocamos no chão pra ele. Todo manhoso. Acho que era cansaço do dia inteiro de vacinas, vermífogos e viagem de ônibus por mais de 60 minutos dentro de uma bolsa estilo necessaire.

As orelhinhas ainda com talas, pra ficarem durinhas e em pé. Sim, prefiro que  ele fique todo parecidinho com a maioria dos outros yorkies que eu já vi. Ou seja: rabinho cortado, orelhinha em pé, pêlos não tosados. Mas também não vou encanar demais com isso. Se der certo, deu. Se não der.. ele vai ser lindo do mesmo jeito.

Aliás, minha primeira prova de fogo: os Carrapatos.

Eu nunca na vida peguei em carrapatos. Ainda abria uma excessãozinha pra aqueles machos, menorzinhos e achatados. Mas os que dizem ser fêmea.. ecaaaaaa nunquinha da silva. Er.. bem.. isso até ontem =) Garu veio com carrapatos do Canil. (¬¬). Segundo o criador ele ainda é muito novinho pra usar carrapaticida. E banho apenas depois da terceira dose da vacina, isso daqui a 42 diaaaaaaaaas. Pois bem, tomei coragem, peguei a pinça, e tirei os malditos sugadores de sangue canino.

Estou no trabalho agora, mas foi muito dificil sair de casa. Ele é muito lindinho, e a cada momento descobre uma coisinha na casa. Ainda tem medo de descer ou subir alturas maiores de 10 cm. Mas é destemido. Ontem de madruaga, eu levantei pra tomar água, éram duas da manhã. Ele até latiu. (Oo)

Garu está com 50 dias hoje, e sinceramente, aqui na Terra do Nunca quase está virando o Diário de Bordo de um Yorkshire quase mimado.

p.s. Aguardem fotinhas.

Garu – A Saga (part. I)

Dia 22/10/2009 Garu fez 45 dias… Vocês conseguem imaginar como uma geminiana ansiosa como eu estou pra trazer ele pra casa??

Então que sábado estava quase tudo certo. Fomos até a casa do criador. Chegando lá o doido disse que não tinha ido fazer a vacina do filhote nem o protocolo pra o pedigree… Contei até 1.000 e assim que a raiva passou fiquei feliz de estar lá e ficar um pouco com o Garuzinho.

Está tudo combinado pra que hoje, ele venha pra casa. Sasuke Pan ficou de passar na casa do criador e levar junto com ele Garu pra vacinar e protocolar.

Será que hoje chego em casa e tem aquela bolinha de pelo me esperando por lá???

Deixo vocês informados =)

bom inicio de semana.

ah, meu fds foi interessante: show do Lenine – que conheço quase nada – de graça em Natal. Muito boooom. Valeu Ruiva pela carona de volta pra casa.

inté!

Próxima Página »


Blog Stats

  • 26,159 Garotos Perdidos...